Logo R7.com
RecordPlus

Israel faz 1º ataque no Líbano desde anúncio de acordo entre EUA e Irã e deixa 1 morto

Governo israelense afirmou que não retirará tropas de nenhum território que tenha conquistado

Reuters

Internacional|Do R7, com Estadão Conteúdo e Reuters

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um ataque com drone israelense no sul do Líbano matou o motorista de um carro, sendo o primeiro ataque letal desde o acordo entre EUA e Irã.
  • O governo israelense, representado por Itamar Ben-Gvir e Israel Katz, afirmou que não retirará tropas de territórios conquistados, apesar do acordo de paz EUA-Irã.
  • Ben-Gvir destacou que Israel é um estado soberano e não está subordinado aos Estados Unidos, reiterando a independência nas decisões de segurança.
  • O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não comentou o acordo, mas fontes indicam que Israel não se considera vinculado às cláusulas relativas ao Líbano.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fumaça após ataque israelense em Nabatieh, no Líbano
Ação foi o primeiro ataque letal israelense relatado no Líbano desde o anúncio do acordo entre EUA e Irã Stringer/Reuters - 15.06.2026

Um ataque com drone israelense atingiu um carro no sul do Líbano, matando o motorista, segundo informaram fontes de segurança libanesas e a mídia estatal nesta segunda-feira (15).

A ação foi o primeiro ataque letal israelense relatado no Líbano desde o anúncio do acordo entre EUA e Irã.


O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, e o ministro da Defesa, Israel Katz, afirmaram que Israel não se retirará de nenhum território que tenha conquistado, após o anúncio do acordo de paz entre os EUA e o Irã, que prevê o fim das hostilidades, inclusive no Líbano.

Veja Também

“O acordo de Trump não nos vincula. Israel não está subordinado aos Estados Unidos; somos um Estado independente e soberano”, escreveu Ben-Gvir em postagem no X nesta segunda-feira (15).


“Não devemos nos retirar de nenhum território que nossos combatentes tenham ocupado e limpado da infraestrutura terrorista”, acrescentou.

Ben-Gvir ressaltou ainda que Israel “ama” os EUA e é grato ao presidente Donald Trump, mas que Tel-Aviv não é “uma república de bananas”.


Segundo a ABC News, Katz declarou que ele e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, estão conduzindo “uma política clara”, segundo a qual as Forças de Defesa de Israel “permanecerão nas zonas de segurança no Líbano, na Síria e em Gaza indefinidamente”.

“A área será limpa de moradores locais e toda a infraestrutura terrorista, acima e abaixo do solo — incluindo as casas nas aldeias de contato que serviam como postos avançados terroristas — será destruída”, disse Katz.


Ação contra o Hezbollah

Netanyahu ainda não comentou o entendimento anunciado entre EUA e Irã, mas o jornal israelense Ynet Global afirmou, citando fontes, que o premiê disse a Trump que Israel não se considera vinculado à cláusula relativa ao Líbano no acordo com o Irã, deixando claro que não aceitará nenhum entendimento que limite sua liberdade de agir contra o Hezbollah.

De acordo com autoridades israelenses, Netanyahu também informou a Trump que Israel não se retirará do Líbano.

A sinalização de Netanyahu ocorre depois de Trump criticar duramente seu aliado em entrevista ao The New York Times.

O líder americano disse que o primeiro-ministro israelense “deveria ser muito grato” pelo acordo com o Irã e alegou que Washington salvou Israel da destruição nuclear.

“Ele é um cara muito difícil e, para ser honesto, ele deveria ser muito grato a nós por termos feito isso. Porque, se o Irã tivesse uma arma nuclear, Israel não duraria nem duas horas”, disse.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.