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Itália prende 17 suspeitos de terrorismo na Europa

Operação contou com ajuda de outros países do continente

Internacional|Ansa

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A polícia da Itália deflagrou nesta quinta-feira (12) uma operação antiterrorismo que levou à prisão de 17 pessoas no país e em outras nações europeias.

A operação, realizada pelo ROS (Reagrupamento Operativo Especial) da Itália, em conjunto com forças de segurança de outros países europeus, emitiu 17 ordens de prisão por crime de associação com finalidade terrorista internacional, agravada por transnacionalidade. 


Autoridades judiciárias do Reino Unido, Noruega, Finlândia, Alemanha e Suíça, coordenadas pela Eurojust, participaram das investigações.

Os detidos são 16 curdos e um kosovar e todos estão em prisão preventiva. Outras pessoas foram citadas na investigação, mas as autoridades acreditam que elas já tenham morrido em combates no Iraque e na Síria.


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O líder da organização terrorista desmantelada hoje é o curdo Faraj Ahmad Najmuddin, conhecido também como "Mullah Krebar", fundador em 2001 do grupo Ansar al-Islam.


O homem é acusado de controlar as atividades da rede de dentro da prisão onde se encontra, na Noruega. Mullah Krebar age como o organizador e o diretor estratégico do grupo, decidindo sobre importantes assuntos, como a participação no conflito sírio e a aliança com o Estado Islâmico (EI, ex-Isis).

De acordo com a polícia, um dos detidos é Abdul Rahman Nauroz, considerado um dos principais recrutadores de jihadistas na Internet. O diretor do Ros, Giuseppe Governale, alertou que era grande as chances da rede terrorista organizar atentados no Oriente Médio e no norte da Europa, mas excluiu a possibilidade de atos na Itália.


"Os atentados deveriam envolver representantes diplomáticos ingleses e noruegueses para exigir a libertação do líder Mullar Krekar", informou. O ministro do Interior da Itália, Angelino Alfano, comemorou a operação e elogiou a cooperação internacional.

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