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Joias, castelos e milhões: o que aconteceu com a fortuna de Elizabeth 2ª

Monarca deixou uma herança estimada em US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,4 bilhões) em bens pessoais

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Elizabeth 2ª deixou uma herança estimada em US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,4 bilhões).
  • Parte da fortuna foi transferida para seu filho, o rei Charles 3º, sem a cobrança de imposto de herança.
  • Sua riqueza incluía investimentos, obras de arte, joias e propriedades como Sandringham House e Castelo de Balmoral.
  • Alguns bens valiosos pertenciam à "Firma", parte da estrutura institucional da monarquia britânica, e não à herança pessoal da rainha.

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Rainha Elizabeth 2ª completaria 100 anos nesta terça-feira (21) Divulgação/The Royal Family

Além de deixar um legado histórico para a família real britânica, Elizabeth 2ª também repassou uma fortuna de cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,4 bilhões na cotação atual), acumulada ao longo de sete décadas no trono.

A rainha, que completaria 100 anos nesta terça-feira (21), teve parte do patrimônio transferida ao herdeiro Charles 3º, enquanto outros bens seguiram ligados à realeza.


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Além de tudo que herdou quando assumiu o trono, a rainha recebia recursos públicos por meio da Subvenção Soberana, um fundo anual destinado às despesas oficiais da família real, como viagens, manutenção de palácios e custos administrativos. Já gastos particulares eram cobertos por rendas privadas ligadas ao ducado de Lancaster.

Dessa forma, a riqueza pessoal da soberana era formada principalmente por investimentos, obras de arte, joias e propriedades privadas. Entre os imóveis particulares estavam a Sandringham House e o Castelo de Balmoral, duas das residências mais conhecidas da família real.


Grande parte desses bens pessoais foi destinada a Charles, que assumiu o trono após a morte da mãe. Esse tipo de repasse acontece sem a cobrança do imposto de herança aplicado normalmente no Reino Unido, graças a uma regra criada para transferências entre soberanos, que tem como objetivo evitar a redução do patrimônio da monarquia.

Apesar dos valores associados ao nome de Elizabeth 2ª, nem todos os bens da realeza pertencem a quem está no trono. Isso porque muitos dos patrimônios vinculados à família real fazem parte da chamada “Firma”, a estrutura institucional da monarquia britânica que reúne propriedades, marcas e receitas.


Nesse grupo entram patrimônios como Palácio de Buckingham, Palácio de Kensington, o Crown Estate e os ducados de Lancaster e Cornwall. Esses bens são considerados parte da monarquia, e não da herança pessoal deixada pela soberana.

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