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Julgamento de ex-presidente egípcio começa em 4 de novembro

Deposto em julho, Mohamed Mursi é acusado de incitar assassinato de manifestantes

Internacional|Do R7

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Mursi foi deposto e detido pelo Exército em julho deste ano
Mursi foi deposto e detido pelo Exército em julho deste ano

O julgamento do presidente islamita deposto do Egito Mohamed Mursi, acusado de incitação ao assassinato de manifestantes, começará no dia 4 de novembro, indicou nesta quarta-feira (9) a agência oficial de notícias Mena.

Mursi comparecerá ao tribunal com outros 14 líderes da Irmandade Muçulmana pela morte de manifestantes antigovernamentais nos arredores do Palácio Presidencial em dezembro de 2012, sete meses antes de ser destituído e detido pelo exército, no dia 3 de julho de 2013.


Ao menos sete pessoas morreram no dia 5 de dezembro de 2012 em confrontos entre partidários e opositores do primeiro presidente eleito democraticamente no Egito. Seus opositores o acusavam de querer islamizar o país após a publicação de um decreto constitucional.

A Irmandade Muçulmana, confraria à qual Mursi pertence, afirmou que os mortos eram, em sua maioria, islamitas. Os confrontos explodiram quando partidários de Mursi dispersaram um acampamento de manifestantes opositores no exterior do Palácio Presidencial.


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Entre os outros acusados figuram Esam al Arian, número dois do partido da Libertade e da Justiça (PLJ), braço político da Irmandade Muçulmana, e Mohamed Beltagi, um ex-parlamentar.

Os militares mantêm Mursi em um local secreto desde sua detenção. Os outros acusados estão detidos ou foragidos.

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