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Kerry defende Acordo Transpacífico como meio para difundir progresso

Internacional|Do R7

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Bangcoc, 4 ago (EFE).- O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, defendeu nesta terça-feira em Cingapura o Acordo de Associação Transpacífico (TPP) como um meio para levar progresso à região e destacou os avanços feitos para assinar o pacto final. "Na semana passada, avançamos bastante em nossas negociações no Havaí para assinar um dos acordos comerciais mais significativos da história", disse Kerry em discurso na Singapore Management University, segundo uma nota oficial. O acordo foi negociado entre Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Estados Unidos, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã, países que em conjunto representam 40% do comércio mundial. "Nenhum país pode esperar que sua economia cresça simplesmente com a demanda interna. O comércio cria emprego e fornece prosperidade, mas o acordo corresponde a mais que criar oportunidades econômicas, e isto é realmente importante. Trata-se de elevar os padrões", afirmou o secretário de Estado. As conversas sobre o TPP começaram em 2010 e a última rodada negociações, realizada no Havaí na semana passada, terminou sem acordo definitivo. Segundo o "The New York Times", Austrália, Chile e Nova Zelândia se opõem à vontade dos EUA de proteger a propriedade intelectual das gigantes farmacêuticas com períodos de até 12 anos, como compensação pelos custos no desenvolvimento "da próxima geração de remédios biológicos". O Canadá se mantém reticente sobre abrir seus mercados de ave de curral e de produtos lácteos à concorrência estrangeira sob a iniciativa do tratado de livre-comércio, enquanto a Nova Zelândia fez pediu uma maior liberalização dos produtos lácteos, dos quais é a primeira potência exportadora mundial. O secretário de Estado americano deve visitar a Malásia na quarta-feira para participar das reuniões bilaterais e multilaterais que se realizam em meio ao Fórum Regional da Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático), que acontecerá na quinta-feira para abordar temas de segurança. Essas conversas devem contar com a participação dos representantes da diplomacia do Japão, China, Coreia do Sul, Rússia, Índia e de outros países asiáticos. Os ministros das Relações Exteriores da Asean inauguraram nesta terça-feira a rodada com uma reunião destinada a preparar a integração econômica do grupo e com as disputas territoriais no mar da China Meridional na parte alta da agenda. A Asean é integrada por Mianmar, Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Cingapura, Tailândia e Vietnã. EFE zm/vnm (foto)

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