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Mais americanos apoiam laços diplomáticos e fim do embargo a Cuba, diz estudo

Internacional|Do R7

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Washington, 21 jul (EFE).- O restabelecimento de relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba é apoiado por 73% dos americanos, e 72% são a favor do fim do embargo comercial à ilha caribenha, segundo uma pesquisa nacional divulgada nesta terça-feira pelo Centro de Pesquisa Pew. A pesquisa indicou um notável aumento no apoio à abertura a Cuba desde janeiro, quando 63% dos entrevistados pelo Pew em nível nacional disse apoiar o anúncio da aproximação bilateral e 66% se mostraram favoráveis ao fim da política de isolamento. Após 54 anos de inimizade, Estados Unidos e Cuba restabeleceram oficialmente na segunda-feira suas relações diplomáticas com a abertura de embaixadas em suas respectivas capitais, sete meses depois do anúncio do presidente americano, Barack Obama, e do cubano, Raúl Castro, sobre o início do processo de degelo. A pesquisa divulgada hoje reflete um aumento no apoio à aproximação entre todos os grupos partidários dos Estados Unidos, e indica que 56% dos republicanos aprovam o restabelecimento de relações com Cuba, alta de 16 pontos percentuais em relação a janeiro. Entre os democratas, 83% apoiam a nova política, assim como 75% dos independentes, um aumento de nove e oito pontos percentuais desde janeiro, respectivamente. Chamou a atenção que hoje 59% dos republicanos são a favor do fim do embargo, opinião de apenas 47% em janeiro; entre os democratas 82% são a favor do fim do bloqueio comercial, medida que depende do Congresso americano. Os hispânicos são o grupo que mais apoiam o reatamento dos laços diplomáticos com Cuba, com 75% a favor, pouco mais que os 72% de brancos e 68% de afro-americanos, segundo o Pew. O fim do embargo é apoiado por 74% dos hispânicos e dos afro-americanos, e por 72% dos brancos. Só 43% dos entrevistados acreditam que Cuba ficará "mais democrática" nos próximos anos, embora esse percentual tenha crescido em relação a janeiro, quando 32% tinham essa mesma opinião. A pesquisa do centro Pew, sediado em Washington, foi feita entre 14 e 20 de julho com 2.002 adultos e tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. EFE llb/cd

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