Mais de 320 detidos em distúrbios na França na madrugada de domingo
Além de Paris, incidentes também foram registrados em Marselha e Lyon, as segunda e terceira maiores cidades do país, respectivamente
Internacional|Do R7

Um total de 322 pessoas foram detidas em distúrbios na França até a 01h30 do horário local deste domingo (20h30 de sábado em Brasília), de acordo com um balanço do Ministério do Interior, embora a violência desencadeada após a morte do jovem Nahel parecesse diminuir.
No entanto, foram registrados incidentes em Paris e sua periferia, além de Marselha (sul) e Lyon (leste), segunda e terceira maiores cidades da França, respectivamente, que foram palco de distúrbios graves na véspera.
Em Marselha, um forte dispositivo policial, com reforços de elite enviados pelo governo central, deteve 56 pessoas e dispersou um grupo de jovens menos numeroso do que na sexta-feira.
Segundo os números provisórios do ministério, 126 detenções ocorreram em Paris e sua periferia.
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Na capital, as forças de segurança cercaram a avenida Champs-Élysées, onde convocações nas redes sociais pediam concentração, como constatado por uma jornalista da AFP.
Ao longo da avenida repleta de lojas de luxo, pequenos grupos de jovens vestidos de preto vagavam sob o olhar atento da polícia.
Em outros locais da periferia parisiense, onde esse descontentamento em relação à morte do jovem de 17 anos residente de Nanterre (oeste da capital) surgiu, não foram registrados grandes incidentes.
Em Lyon, também muito afetada pela violência na sexta-feira, 21 pessoas foram detidas, de acordo com o balanço do ministério.
Protestos tomaram diversas cidade na França, na terça-feira (27), após a morte de um jovem de 17 anos em uma abordagem policial. Centenas de pessoas foram presas depredando ruas, saqueando lojas e queimando carros. O governo francês mobilizou mais de 4...
Protestos tomaram diversas cidade na França, na terça-feira (27), após a morte de um jovem de 17 anos em uma abordagem policial. Centenas de pessoas foram presas depredando ruas, saqueando lojas e queimando carros. O governo francês mobilizou mais de 40 mil agentes em todo o país para controlar as mobilizações populares. O responsável pelo disparo à queima-roupa que matou Nahelde foi preso e pedius desculpas para a família




















