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Mais de 40 soldados sírios morreram em ataque israelense segundo ativistas

Internacional|Do R7

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Cairo, 6 mai (EFE).- Pelo menos 42 soldados sírios morreram no último ataque realizado pela força aérea israelense contra instalações militares próximas a Damasco, divulgou nesta segunda-feira o Observatório Sírio de Direitos Humanos. Em comunicado, o grupo detalhou, ainda, que outros 100 estão desaparecidos. O presidente do Observatório, Rami Abdul Rahman, relatou à Agência Efe por telefone que os mortos faziam parte de um grupo de cerca de 150 soldados do exército sírio que supostamente estavam nas zonas bombardeadas por Israel na madrugada de ontem. Abdul Rahman citou fontes de um hospital militar que informaram sobre a morte dos soldados, mas ainda não se sabe o estado dos outros militares. As autoridades sírias não se pronunciaram oficialmente sobre o número exato de mortos no ataque, que Israel mantém em silêncio. Três posições militares situadas no nordeste de Yamaraya, em Mislon e no aeroporto Sherai, foram atingidas pelo bombardeio, que deixou vários mortos e feridos civis e uma grande destruição, de acordo com o Ministério de Relações Exteriores sírio. O bombardeio aconteceu depois que na sexta-feira outro ataque com mísseis contra território sírio, do que Israel também não reivindicou a autoria, atingiu um comboio com armas aparentemente destinadas ao grupo xiita libanês Hezbollah, aliado de Damasco. O ministro sírio de Informação, Omran al Zubi, advertiu ontem que a Síria tem direito de proteger por todos os meios o país de qualquer agressão estrangeira e que o ataque "abre as portas para todas as possibilidades". EFE bds-mf/tr

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