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‘Não tem dormitório de russos em Luhansk. Isso é claramente uma propaganda de guerra’, avalia especialista

Rússia acusou a Ucrânia de alvejar um alojamento estudantil; ataque ucraniano teria matado 21 pessoas

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Kremlin afirma que a guerra na Ucrânia entrou em um "paradigma diferente" devido a atos de terror cometidos por Kiev contra civis.
  • A Rússia acusa a Ucrânia de atacar um dormitório estudantil em Luhansk, enquanto a Ucrânia nega e afirma que o alvo era um centro de comando de drones.
  • O especialista Vitelio Brustolin afirma que não há dormitório de russos em Luhansk e que a acusação é propaganda de guerra.
  • Brustolin ressalta que, se houvesse adolescentes no dormitório, seriam ucranianos, e a Ucrânia não atacaria sua própria população.

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O Kremlin afirmou que a guerra na Ucrânia entrou em um “paradigma diferente”, destacando os supostos atos de terror desumanos cometidos pelos militares de Kiev contra civis.

Segundo o porta-voz russo, Dmitry Peskov, Moscou tem intensificado os ataques contra alvos militares ucranianos, em resposta ao ataque de um drone contra um dormitório estudantil em Luhansk, que é controlada pela Rússia. A Ucrânia negou que suas intenções visavam o complexo estudantil e afirmou que o alvo era um centro de comando de drones na área. Foram mortas 21 pessoas.


Não tem dormitório de russos em Luhansk. Isso é claramente uma propaganda de guerra. A Rússia tem sido acusada de ter raptado mais de 20 mil crianças ucranianas e levadas para a Rússia. Na verdade, esse dormitório estudantil estava sim sendo utilizado por operadores de drones e por militares russos em Luhansk. É contrafactual”, explicou o professor de Relações Internacionais Vitelio Brustolin, em entrevista ao Conexão Record News.

O docente ainda enfatizou que, se houvesse adolescente vivendo no dormitório, seriam, na verdade, ucranianos e que a Ucrânia não alvejaria a própria população. Prova disso, segundo Brustolin, seriam os registros de pelo menos 41 mil pessoas, entre elas 4.500 crianças, escondidas em túneis de metrô devido ao alerta do presidente Zelensky sobre o possível ataque maciço da Rússia.

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