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Navios devem se coordenar com marinha do Irã para passar por Ormuz, diz ministério iraniano

Porta-voz afirmou que a “segurança do estreito de Ormuz é de importância vital para o país”

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Navios precisam coordenar passagem com a marinha do Irã pelo estreito de Ormuz.
  • O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, reafirmou a importância estratégica da região.
  • Khamenei pediu que os vizinhos do Irã fechem bases dos EUA em seus territórios.
  • Preços do petróleo subiram devido à possibilidade de perturbações no fornecimento global de energia.

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Navio-tanque de gás GLP no Estreito de Hormuz, em Shinas, Omã
Navio-tanque de gás GLP no Estreito de Hormuz, em Shinas, Omã Benoit Tessier/Reuters - 11.03.2026

Navios devem se coordenar com a marinha do Irã para passar pelo estreito de Ormuz, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país em comentários veiculados pela agência de notícias Mehr nesta quinta-feira (12).

O Irã continuará lutando e manterá o estreito de Ormuz fechado como uma alavanca contra os Estados Unidos e Israel, disse o novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, nesta quinta-feira, nos primeiros comentários desafiadores atribuídos a ele desde que sucedeu seu pai morto.


“A segurança do estreito de Ormuz é de importância vital para o Irã, porque a segurança do país está ligada à segurança da região. Com os litorais mais longos do Golfo Pérsico e do Mar de Omã, o Irã sempre arcou com os custos para proteger essa hidrovia estratégica”, disse Esmaeil Baghaei, o porta-voz.

Khamenei também pediu aos vizinhos do Irã que fechem as bases dos EUA em seus territórios e alertou que o Irã continuará a atacá-los.


“A insegurança criada na região pelos Estados Unidos e pelo regime sionista pode afetar o movimento de navios. No entanto, o Irã não quer que esse estreito se torne inseguro, e os navios devem se coordenar com a marinha iraniana ao passar por ele para que a segurança marítima seja mantida”, acrescentou Baghaei.

A perspectiva de que uma das mais graves perturbações já ocorridas no fornecimento global de energia possa se arrastar fez com que os preços do petróleo voltassem a subir acima de US$ 100 por barril, depois de terem caído anteriormente na semana devido à esperança de um fim rápido para o conflito.

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