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Novo bombardeio israelense eleva para 23 o número de mortos em Gaza

Ao todo, 23 pessoas já morreram e 123 estão feridas em decorrência dos ataques aéreos 

Internacional|Do R7

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De longe dava para ver a fumaça no local da explosão
De longe dava para ver a fumaça no local da explosão

Pelo menos seis palestinos morreram nesta terça-feira (8) em um bombardeio noturno da aviação de Israel contra um edifício na cidade palestina de Beit Hanoun, no norte de Gaza, informaram à Agência Efe fontes médicas.

Com estas novas mortes já são 23 as pessoas falecidas e 123 as feridas em ataques aéreos israelenses contra Gaza desde que nesta terça-feira o exército lançou a operação militar "Margem Protetora" contra os grupos islamitas na Faixa.

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Este último ataque aconteceu apenas duas horas depois que milicianos palestinos lançaram uma nova série de 30 foguetes contra o centro e sul de Israel, dos quais dois caíram em Jerusalém, sem causar vítimas. Testemunhas informaram à Efe que o projétil, que despertou as sirenes na Cidade Santa pela primeira vez desde que Israel empreendeu sua terceira ofensiva contra o Hamas, impactou na área de Mateh Yehuda, uma área montanhosa ao oeste da cidade.

A imprensa israelense informou, além disso, que um segundo foguete caiu em um descampado próximo de Pisgat Ze'ev, um bairro colonial judeu em Jerusalém Oriental. Em comunicado posterior, o movimento islamita admitiu que tinha lançado quatro foguetes classe M75 contra Jerusalém, informação que não foi confirmada nem desmentida por outras fontes.

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Os alarmes antiaéreos também foram escutados durante esta tarde em Tel Aviv, em cuja área metropolitana o escudo antimísseis "Cúpula de Ferro" interceptou pelo menos um projétil, e em localidades divisórias como Rishom Leziyon, a mais de 75 quilômetros de Gaza.

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Pouco depois, as brigadas "Azedim al-Qassam", braço armado do movimento islamita Hamas, asseguraram ter lançado foguetes contra a cidade de Haifa, na costa norte de Israel, a mais de 150 quilômetros do norte de Gaza.

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Em comunicado, o grupo disse ter utilizado foguetes classe R160 de fabricação caseira e ter lançado igualmente projéteis contra cidades do centro de Israel. Nesta mesma tarde, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, já confirmou que "ordenou um aumento significativo das operações contra Hamas" em Gaza e que a operação militar "levará tempo".

As brigadas "Azedim al-Qassam" responderam, por sua parte, que continuarão com suas operações até alcançar seus objetivos e que estão preparadas para ampliar e intensificar suas operações, que hoje incluíram uma tentativa de infiltração em território de Israel através do mar.

No conflito deflagrado morreram cinco milicianos e um soldado israelense ficou levemente ferido. 

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