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Obama diz que reforma imigratória será prioridade após crise fiscal

Presidente culpou líder da Câmara por impedir a votação da reforma imigratória

Internacional|Do R7

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Agenda do presidente Obama foi desviada em seu segundo mandato por um sequência de problemas, como o conflito sírio
Agenda do presidente Obama foi desviada em seu segundo mandato por um sequência de problemas, como o conflito sírio

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse na terça-feira (15) que a reforma da imigração será uma prioridade do governo assim que a crise fiscal for resolvida.

"Uma vez que estiver resolvido, no dia seguinte, vou pressionar pela realização de uma votação (na Câmara dos Deputados) sobre a reforma da imigração", disse Obama à filial de Los Angeles da emissora de TV em espanhol Univisión.


A agenda do presidente foi desviada em seu segundo mandato por um sequência de problemas. A revelação dos programas secretos de vigilância do governo, as armas químicas na Síria e a batalha fiscal que paralisou o governo e ameaça provocar um calote da dívida fizeram com que a reforma da imigração fosse relegada a segundo plano.

Mas Obama, que conquistou a reeleição com o apoio esmagador dos eleitores latino-americanos, mantém a esperança de fazer reformas que facilitem a situação dos 11 milhões de imigrantes ilegais nos EUA.


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Em junho, o Senado aprovou uma reforma da imigração, mas os republicanos da Câmara dos Deputados estão divididos sobre a concessão de status legal para aqueles que estão ilegalmente no país, um passo que muitos veem como gratificar infratores.

Na terça-feira, Obama culpou o presidente da Câmara, John Boehner, por impedir a votação da reforma imigratória.


"Tivemos uma votação forte de democratas e republicanos no Senado", disse.

— A única coisa agora que está segurando é, novamente, a falta de disposição do presidente Boehner de colocar em votação o projeto de lei no plenário da Câmara dos Deputados.

Boehner alega que o projeto de lei do Senado não passaria na Câmara, e diz que a Casa iria resolver o problema em partes menores, que incluem disposições mais rigorosas a respeito da proteção das fronteiras.

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