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Obama pede que mundo considere Hezbollah organização terrorista

Internacional|Do R7

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Jerusalém, 21 mar (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta quinta-feira ao mundo para considerar a milícia xiita libanesa Hezbollah como uma organização terrorista, em discurso para 500 jovens israelenses em Jerusalém. "Todo país que valorizar a justiça deve reconhecer o Hezbollah como o que realmente é, uma organização terrorista", afirmou Obama, que advertiu ao regime sírio para que não transfira à milícia suas armas químicas Até o momento, a União Europeia (UE) não se mostrou partidária de incluir a milícia libanesa na lista de organizações terroristas, tal como Israel pede há anos. O mundo, assegurou Obama, "não pode tolerar uma organização que assassina civis inocentes, armazena foguetes para disparar contra cidades e apoia o massacre de homens, mulheres e crianças na Síria". Segundo sua opinião, a necessidade de isolar a milícia e declará-la organização terrorista se torna "mais urgente" levando em conta que "o aliado do Hezbollah, o regime de Assad (o presidente da Síria, Bashar al Assad), tem armazenadas armas químicas". Obama alertou o regime de Damasco de que os EUA "não tolerarão o uso de armas químicas contra o povo sírio ou a transferência dessas armas para terroristas". Sobre a guerra civil na Síria, disse que o povo do país "tem direito a libertar-se de um ditador que prefere matar sua gente do que abandonar o poder" e afirmou que "Assad deve ir embora para que o futuro da Síria possa começar". A estabilidade nesse país, disse o presidente, depende de "um governo que responda ao seu povo, que proteja todas as comunidades dentro de suas fronteiras, ao mesmo tempo que construa a paz com os países que estão além delas". Em sua defesa da segurança de Israel, Obama também se referiu ao programa nuclear iraniano, um perigo "não só para Israel mas para o mundo inteiro, incluído os Estados Unidos". Um Irã com a bomba atômica "aumentaria o risco do terrorismo nuclear, danificaria o regime de não-proliferação, acenderia uma corrida armamentista em uma região volátil e encorajaria um regime que não mostrou nenhum respeito pelos direitos de seu próprio povo e pelas responsabilidades das nações", criticou. EFE db-aca/dk

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