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Padres argentinos são condenados a décadas na prisão por abuso sexual

Dois padres e um ex-jardineiro de uma escola para surdos em Mendoza foram condenados a 45, 42 e 18 anos de prisão, respectivamente, por 28 abusos

Internacional|Do R7

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Padres Corradi e Corbacho e ex-jardineiro Gomez saem do tribunal
Padres Corradi e Corbacho e ex-jardineiro Gomez saem do tribunal

Um tribunal da Argentina condenou nesta segunda-feira (25) dois padres católicos e o ex-jardineiro de uma escola para alunos surdos da província de Mendoza administrada pela Igreja por 28 acusações de abuso sexual e corrupção de menores.

Os padres Nicola Corradi e Horacio Corbacho foram condenados a 42 e 45 anos de prisão, respectivamente, e o empregado da escola, Armando Gomez, a 18 anos. As penas definidas pelos juízes Carlos Diaz, Mauricio Juan e Anibal Crivelli, da Segunda Corte do Colegiado Criminal, foram transmitidas ao vivo pela internet no país.


Leia também: Já são 1.400 as denúncias de abuso na Igreja Católica na América Latina

Não é possível apelar das sentenças. As acusações contra os três foram feitas por mais de 20 ex-alunos do Instituto Antonio Provolo para os surdos de Mendoza.


As primeiras queixas do caso completaram três anos nesta segunda-feira.

Acusações contra bispo


Um procurador argentino pediu neste mês a prisão de um bispo católico depois de autoridades afirmarem que ele ignorou diversas ligações e emails relacionados a uma investigação de alegações de abuso sexual que o têm como alvo.

O bispo, Gustavo Zanchetta, estava morando na Cidade do Vaticano, onde ocupou um cargo em um departamento financeiro da Igreja, de acordo com a Procuradoria.

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