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Parlamento da França aprova prolongamento da intervenção militar no Mali

Internacional|Do R7

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Paris, 22 abr (EFE).- A Assembleia Nacional e o Senado da França autorizaram nesta segunda-feira o prolongamento da intervenção militar do país no Mali, para onde enviaram tropas em janeiro a pedido do governo local devido ao avanço islamita do norte rumo à capital, Bamaco. Dos 4.500 militares que a França chegou a ter no Mali no curso da operação "Serval", 500 já voltaram para seu país, e para o próximo mês de julho o contingente deverá ser diminuído para 2.000, explicou na Assembleia o ministro da Defesa, Jean-Yves Le Drian. Após essa data, a França manterá no Mali 1.000 militares para apoiar a luta "contra o terrorismo" da missão que espera que seja aprovada nos próximos dias pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, do qual a França é membro permanente, explicou o ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius. Além disso, a ONU contará com os cerca de 6.300 militares de outros países africanos que intervêm atualmente no Mali como parte da missão "Misma", e estuda enviar à região 11.200 capacetes azuis e 1.400 policiais. Em paralelo, está sendo desenvolvida uma missão de formação para o exército do Mali da qual participam cerca de 500 instrutores da União Europeia (UE). A operação, durante a qual houve até agora cinco baixas francesas e que o primeiro-ministro, Jean-Marc Ayrault, qualificou hoje como "um sucesso", será prolongada em virtude do mandato da Assembleia e do Senado, onde todos os partidos votaram a favor, exceto a Frente de Esquerda (FG), que se absteve. EFE jaf/id

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