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Pesquisas dão entre 15 e 18 pontos de vantagem a Maduro sobre Capriles

Internacional|Do R7

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(Atualiza com resultados de outra pesquisa privada). Caracas, 19 mar (EFE).- O candidato do chavismo às eleições de 14 de abril, Nicolás Maduro, teria vantagem de entre 15 e 18 pontos percentuais em intenções de voto em relação ao candidato da oposição, Henrique Capriles, segundo duas enquetes privadas divulgadas nesta terça-feira. Uma pesquisa do instituto Datanálisis à qual teve acesso a Agência Efe, elaborada em meio aos atos de despedida do presidente Hugo Chávez, indicou que Maduro superaria Capriles por 15 pontos. A pesquisa foi feita por telefone com 1.027 pessoas entre 11 e 16 de março, com uma margem de erro de 3,04% (para mais ou para menos) e aponta que se as eleições fossem no próximo domingo, em vez de 14 de abril, 48,8% dos entrevistados votaria em Maduro frente a 33,8% que votaria em Capriles. Apenas 16,2% não sabem ou não responderam e 1,2% não votará em nenhum deles. De acordo com o estudo, 56,7% consideram que a situação do país é boa, em contraste com os 39,9% que a consideram negativa, embora, ao avaliar a economia, 50,3% pensem que vai mal e 47,8% a julguem como boa. Quanto à gestão de Maduro, que era vice-presidente até a morte de Chávez em 5 de março e atualmente é presidente interino, os entrevistados preferem a Maduro em matéria de política cambial (48,9% contra 38,3% a favor). Enquanto isso, a consultora privada Hinterlaces revelou que a distância entre os dois candidatos é de 18 pontos percentuais a favor de Maduro segundo outro estudo feito entre 11 e 16 de março com 1.110 idosos de 18 anos. Dos entrevistados, 53% manifestaram intenção de votar em Maduro frente aos 35% que apoiaram Capriles. Apenas 3% não sabem e 10% não responderam, detalhou. A diferença entre ambos chega a 40% quando foi perguntado aos entrevistados quem vencerá as eleições presidenciais, independentemente de sua preferência. Uma maioria de 61% assegurou que seria Maduro, enquanto apenas 21% consideraram que Capriles venceria. O estudo, com um nível de confiabilidade de 95% e uma margem de erro de 3%, perguntou, ainda, se a revolução bolivariana ajudou ou prejudicou a Venezuela, ao que 70% responderam que ajudou o país, 25% que prejudicou e 5% não sabem ou não responderam. EFE jlp-lb/tr

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