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Pessoas protestam no Chile por causa do atraso na ajuda após terremoto

As pessoas nas zonas mais altas de Iquique protestam contra o abandono da região

Internacional|Do R7

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Um terremoto de magnitude 8,2 na escala Richter, e uma réplica de 7,6 sacudiram na terça (1) e na quarta-feira (2) a cidade do norte do Chile
Um terremoto de magnitude 8,2 na escala Richter, e uma réplica de 7,6 sacudiram na terça (1) e na quarta-feira (2) a cidade do norte do Chile

Um grupo de moradores de Iquique, cidade mais afetada pelo terremoto de terça-feira e suas réplicas, protestou neste sábado pela demora na chegada da ajuda.

As pessoas afetadas nas zonas mais altas de Iquique, de cerca de 180.000 habitantes, bloquearam ruas com barricadas e queimaram pneus para denunciar o "abandono" da região pelas autoridades depois dos tremores, informou a imprensa local.


Um terremoto de magnitude 8,2 na escala Richter, e uma réplica de 7,6 sacudiram na terça (1) e na quarta-feira (2) esta cidade do norte do Chile, localizada cerca de 1.800 km ao norte de Santiago, afetando o abastecimento de água e luz, restabelecidos apenas parcialmente.

"Estamos desamparados. Do alto, olhamos para Iquique e vemos que já têm luz e nós, nada", indicou para o site do jornal El Mercurio Juana Mamani.


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Na sexta-feira (4), um grupo de cerca de 500 pessoas protestou apara denunciar a lentidão na chegada de ajuda.


O fornecimento de energia foi restabelecido em 85% da região de Tarapacá (Iquique), segundo o ministro da Energia, Máximo Pacheco.

—Se nada acontecer [uma nova réplica], acredito que estamos a poucos dias de alcançar 100%" dos serviços básicos

No entanto, o ministro da Defesa, que junto com o do Interior estão mobilizados na zona de catástrofe, garantiu que estão chegando as primeiras barracas para os desabrigados.

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