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Policial egípcio é condenado a 5 anos de prisão pela morte de 37 islamitas

Internacional|Do R7

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Cairo, 13 ago (EFE).- Um tribunal egípcio condenou nesta quinta-feira a cinco anos de prisão um delegado de polícia e suspendeu outros três agentes de emprego e salário durante um ano pela morte de 37 presos islamitas que eram transferidos à prisão de Abu Zaabal, no nordeste do Cairo, em agosto de 2013. Segundo a agência estatal de notícias "Mena", o Tribunal de Apelações da cidade de Al Janka sentenciou hoje os quatro membros das forças de segurança egípcias acusados de causar a morte de 37 pessoas. Em um primeiro julgamento, em março do ano passado, um tribunal de Al Janka sentenciou o delegado a dez anos de prisão e os outros três policiais a um ano de prisão cada pelas mesmas acusações. As autoridades egípcias alegaram que os policiais usaram gás lacrimogêneo contra os detidos, suspeitos de serem integrantes da Irmandade Muçulmana, para controlar um motim dentro do veículo no qual eram transferidos, o que causou as mortes por asfixia. O veículo no qual viajavam 45 presos - os 37 mortos, mais outros oito que ficaram feridos - tinha capacidade para 20 prisioneiros, segundo as investigações. A Irmandade Muçulmana culpou a polícia de torturar os detidos e, posteriormente, queimar seus corpos para apagar provas. EFE ir/vnm

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