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Por protestos, companhia cancela voos com origem em Santiago

Todas as viagens da Latam com origem no aeroporto de Santiago foram suspensas entre 19h de domingo (20) e 10h de segunda-feira (22)

Internacional|Do R7

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Centenas de passageiros ficaram presos no aeroporto de Santiago
Centenas de passageiros ficaram presos no aeroporto de Santiago

Por conta da série de protestos violentos que deixou oito mortos e cerca de 1.500 detidos no Chile, o Grupo Latam Airlines informou, por meio de seu site oficial, o cancelamento de todos os voos com origem no aeroporto de Santiago entre as 19h de domingo (20) e as 10h desta segunda-feira (21). A exceção foram os voos LA530, LA704 e LA2364.

As viagens foram remarcadas e informações atualizadas constam nos canais oficiais da empresa. Os passageiros afetados também têm a possibilidade de solicitar o reembolso do valor pago na passagem ou de alterar a origem e/ou o destino do voo — opção sujeita a diferenças tarifárias. 


As manifestações no Chile, de acordo com a Latam, afetaram tanto a locomoção tanto dos passageiros quanto dos funcionários da companhia. "Voos domésticos e internacionais com destino ao aeroporto de Santiago também estão sujeitos a alteração e/ou cancelamento", diz o informe. 

Para minimizar os transtornos, a empresa acrescenta que os passageiros que tenham viagens programadas com origem ou destino em aeroportos do Chile, entre 20 e 22 de outubro, podem "alterar suas passagens sem multa, até 20 dias após a data original do voo". 


De acordo com a agência de notícias EFE, centenas de passageiros passaram a madrugada de domingo para segunda-feira presos no aeroporto de Santiago por causa do cancelamento de voos em decorrência dos protestos. 

Onda de protestos no Chile

As manifestações se deram contra o aumento no preço da passagem do metrô em Santiago, mas se estenderam para outras zonas além da capital. O governo chileno decretou o estado de emergência em várias regiões para colocar a segurança nas mãos do Exército: "O general [Javier Iturriaga, chefe de defesa nacional] disponibilizou 9.500 homens para restabelecer a paz e seus direitos", disse o presidente Sebastian Piñera. 

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