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Presidente do Paraguai denuncia "perseguição" do Mercosul

Federico Franco declarou que derrotou as "tentativas de isolar o país" no continente

Internacional|Do R7

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O presidente do Paraguai, Federico Franco, acusou nesta segunda-feira (1º) o Mercosul de uma "perseguição implacável" a seu país ao apresentar seu último relatório de gestão durante a sessão inaugural do novo Legislativo, à qual não compareceu o novo senador Fernando Lugo, que sofreu impeachment da presidência no ano passado.

Franco, do partido Liberal, irá entregar o comando presidencial no dia 15 de agosto a Horacio Cartes, do Partido Colorado, que obteve a maioria dos votos no Legislativo.


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Ele dedicou a maior parte de seu discurso a destacar que o Paraguai derrotou as "tentativas de isolar o país" depois da suspensão do Mercosul e da Unasul por causa da cassação de Lugo. Em seu relatório aos legisladores, Franco afirmou que seu Executivo conseguiu superar o isolamento imposto pelos outros integrantes do Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai e Venezuela), além de impulsionar os investimentos, redirecionar a economia para o crescimento e realizar eleições transparentes.


Franco, cujo partido foi derrotado nas eleições do dia 21 de abril, defendeu "seu clube ideológico" depois das "tentativas de isolar" o Paraguai e reiterou que a entrada da Venezuela no Mercosul - decidida na mesma cúpula em que o Paraguai foi suspenso - é "ilegal". 

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