Presidentes da Ucrânia e Turquia se reunirão com chefe da ONU em Lviv
Líderes discutirão o tratado assinado por Kiev e Moscou para garantir a exportação de alimentos ucranianos para o mundo
Internacional|Do R7

O porta-voz da ONU anunciou nesta terça-feira (16) que o secretário-geral da entidade, Antonio Guterres, viajará na quinta-feira (18) para Lviv, onde participará de uma reunião com os presidentes da Ucrânia, Volodimir Zelenski, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.
"Por convite do presidente Volodimir Zelenski, o secretário-geral estará em Lviv na quinta-feira para participar de uma reunião trilateral com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan e o líder ucraniano", disse Stéphane Dujarric em coletiva de imprensa.
Na reunião, eles "examinarão" a implementação do acordo internacional assinado em Istambul em julho para permitir as exportações de cereais da Ucrânia, "no qual a Turquia é um elemento-chave", acrescentou.
"Uma série de questões serão levantadas em geral, como a necessidade de uma solução política para o conflito. Não tenho dúvidas de que a questão da usina nuclear [de Zaporizhzhia] e outras também serão discutidas", disse Dujarric, especificando que haverá também uma reunião bilateral entre o presidente ucraniano e o secretário-geral.
Na sexta-feira (19), Guterres irá para Odessa, um dos três portos ucranianos utilizados no âmbito do acordo internacional, que já permitiu a saída de 21 navios carregados de milho e trigo.
O chefe da ONU encerrará esta viagem no sábado (20) em Istambul para visitar o Centro de Coordenação Conjunta encarregado de supervisionar o acordo.
A guerra na Ucrânia, que se arrasta como o conflito mais grave na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, continua deixando grandes consequências, inclusive para regiões muito distantes, como é o caso do Brasil, que se encontra a mais de 10 mil quilômet...
A guerra na Ucrânia, que se arrasta como o conflito mais grave na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, continua deixando grandes consequências, inclusive para regiões muito distantes, como é o caso do Brasil, que se encontra a mais de 10 mil quilômetros do país. Em meio ao quinto mês da forte ofensiva russa, que não mostra sinais de término, como sua vida está sendo afetada?




























