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Rebeldes estimam em 4.000 mortos entre milicianos e civis em Donetsk

O número considera as mortes que aconteceram nos últimos quatro meses 

Internacional|Do R7

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A região de Donetsk continua cheia de soldados ucranianos e militantes pró-russos
A região de Donetsk continua cheia de soldados ucranianos e militantes pró-russos

Os separatistas pró-Rússia afirmaram nesta segunda-feira (22) que 4.000 pessoas, entre milicianos e civis, morreram nos últimos quatro meses nos combates entre os rebeldes e as forças de segurança na Ucrânia apenas na região de Donetsk.

"No território da República Popular de Donetsk morreram quatro mil pessoas", disse Andrei Purguin, vice-primeiro-ministro separatista da Donetsk, segundo informou a agência russa "Interfax".


O insurgente reconheceu que muitos civis morreram devido ao impacto de projéteis e minas em zonas povoadas e que muitos deles foram enterrados sem identificação.

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"Tomou-se a decisão de sepultá-los antes de serem identificados. A ordem estava em vigor nas zonas onde estavam ocorrendo ações militares", justificou. Purguin explicou que os corpos "permaneciam até dois ou três dias nas ruas".


"Não havia outra saída", acrescentou, já que os cadáveres podiam facilitar a propagação de doenças infecciosas.

Segundo a ONU, mais de 3.000 pessoas teriam morrido desde abril nas regiões ucranianas de Donetsk e Lugansk, onde antes da explosão da sublevação armada contra Kiev viviam mais de oito milhões de pessoas.


O comando militar ucraniano anunciou que quase mil soldados morreram, vinte deles desde a declaração de cessar-fogo em 5 de setembro. 

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