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Reino Unido sanciona cientistas russos responsáveis ​​por ataques químicos

Ministra britânica afirma que casos de envenenamento violam o direito internacional e ameaçam a segurança mundial

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Reino Unido sancionou sete cientistas russos e dois centros de pesquisa por desenvolverem armas químicas.
  • As sanções estão relacionadas ao uso do agente químico novichok em ataques internacionais, incluindo o caso de Sergei Skripal.
  • O envenenamento do opositor russo Alexei Navalny também está entre os casos mencionados.
  • A ministra Yvette Cooper destacou que o uso de armas químicas viola o direito internacional e ameaça a segurança global.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Sanções envolvem casos de envenenamento por parte de russos Pexels

O Reino Unido anunciou nesta segunda-feira (6) sanções contra sete cientistas russos e dois centros de pesquisa acusados de participar do desenvolvimento de armas químicas ligadas a ataques que repercutiram internacionalmente.

As medidas atingem profissionais e instituições envolvidos na produção de agentes químicos tóxicos. Entre os alvos estão o instituto estatal SC Signal e o GNIII VM, especializado em pesquisas de medicina militar.


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Parte das sanções está relacionada ao novichok, substância usada no atentado contra o ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha, em 2018, na cidade inglesa de Salisbury. Ambos sobreviveram ao ataque, mas uma britânica morreu meses depois ao entrar em contato com um frasco que, segundo as investigações, continha resíduos do produto.

O outro caso envolve o envenenamento do opositor russo Alexei Navalny. Ele morreu em fevereiro de 2024, em uma colônia penal no Ártico, enquanto cumpria pena de 19 anos. Navalny era conhecido por liderar campanhas de oposição ao presidente Vladimir Putin.


Segundo autoridades britânicas, as punições têm como objetivo responsabilizar pessoas e instituições envolvidas na produção de armas químicas. A ministra das Relações Exteriores, Yvette Cooper, afirmou que o uso desse tipo de armamento representa uma violação do direito internacional e coloca a segurança mundial em risco.

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