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Relatório interno da Agência de Proteção Ambiental dos EUA questiona caso no Texas

Internacional|Do R7

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WASHINGTON (Reuters) - A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) foi criticada em um relatório interno por retirar a acusação de que a companhia Range Resources Corp estava poluindo água potável enquanto utilizava uma técnica conhecida como "fracking" para aumentar a extração de gás natural.

A Range utiliza a técnica de fracking em Parker County, Texas, onde um proprietário se queixou, em agosto de 2010, de que ele conseguia atear fogo na sua água potável.

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Seis senadores americanos tinham pedido ao setor de vigilância interna da agência para avaliar uma decisão de 2012 de retirar uma ordem que tinha forçado a Range a fornecer água potável aos moradores e parar a contaminação.

A EPA revogou essa ordem em março daquele ano, depois de uma ação legal impetrada pela empresa.

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A decisão estava de acordo com as suas próprias regras, segundo o relatório, mas a agência deveria ter sido mais dura com a empresa e mais crítica em relação aos dados que usou.

Testes de 20 poços próximos ao local de perfuração deveriam ter sido realizados de forma mais abrangente e a EPA deveria ter se esforçado mais para se certificar que confiava nas informações da Range. O relatório emitiu uma série de recomendações formais para a agência, que a EPA já concordou em acatar.

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Durante o "fracking" as empresas bombeiam grandes quantidades de areia e água misturadas a produtos químicos no subsolo para liberar petróleo e gás natural. Os ambientalistas dizem que isso pode poluir a água e o ar.

O relatório, que foi divulgado na noite de terça-feira, era datado de 20 de dezembro.

(Por Douwe Miedema)

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