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RSF exige maior proteção para a imprensa no Brasil após novo assassinato

Internacional|Do R7

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Paris, 9 jan (EFE).- A organização Repórteres Sem Fronteira (RSF) reivindicou, nesta quarta-feira, uma maior proteção para jornalistas no Brasil após o assassinato, na terça-feira, do repórter Renato Machado e os recentes "exílios" de outros dois profissionais dos meios de imprensa do país. Machado, um dos proprietários da Rádio "Barra FM", foi assassinado a tiros em frente sua residência no Rio de Janeiro e, segundo a RFS, é o primeiro jornalista assassinado neste ano no continente americano. "Ainda tem que determinar o motivo do crime, mas parece que não é roubo e o modo de operar indica execução", destacou a organização em comunicado, no qual pede que a investigação leve em consideração os motivos profissionais. A ONG destacou, além disso, que os "exílios recentes de dois profissionais reconhecidos", Mauri König e André Caramante, este voltou ao país depois de três meses, "mostram a urgência de uma melhor proteção" para os trabalham nos meios de comunicação brasileiros. Em seu relatório anual de 2012, a RSF situou o Brasil como um dos países mais perigosos para exercer o jornalismo, com cinco assassinatos no ano passado por motivos profissionais, e em outros comunicados tinha alertado sobre a deterioração da situação da imprensa no país. Uma equipe da RSF visitou o país em novembro e os resultados de sua viagem e de sua nova análise sobre a situação da liberdade de informação no Brasil, segundo detalhou hoje, serão publicados neste mês. EFE mgr/ff

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