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Sarkozy apoia governo da França e pede "medidas fortes contra o terrorismo"

Internacional|Do R7

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Paris, 7 jan (EFE).- O ex-presidente da França e líder do partido conservador União por um Movimento Popular (UMP), Nicolas Sarkozy, repudiou nesta quarta-feira o atentado "selvagem" contra a revista satírica "Charlie Hebdo" e pediu "medidas fortes contra o terrorismo" ao governo, o que disse que "apoiará sem reservas". "É um ataque direto, selvagem, a um dos princípios republicanos, a liberdade de expressão" e um "ato desprezível", disse da sede da UMP. Sarkozy afirmou que "os culpados por esses atos de barbárie devem ser perseguidos e punidos com a mais extrema severidade", e ressaltou que, como a "democracia foi atacada, é preciso defendê-la com firmeza". "A França foi atacada de novo pela barbárie terrorista. Não podemos ceder nem um pouco de terreno. Temos que continuar dizendo o que temos que dizer e viver como queremos", disse o presidente da UMP. Pelo menos 12 pessoas morreram no ataque à sede da "Charlie Hebdo", no centro de Paris, entre os quais estão o jornalista e diretor da publicação, Stéphane Charbonnier, conhecido como "Charb", e três dos principais chargistas da revista, assim como dois policiais. Também há cerca de 20 feridos, vários entre a vida e a morte. Os autores do ataque fugiram em um carro, um Citroën C-1, que foi abandonado no nordeste de Paris. EFE ac/vnm

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