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Sobe para 48 o número de mortos em série de atentados em Bagdá

Internacional|Do R7

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Bagdá, 20 nov (EFE).- Pelo menos 48 pessoas morreram e outras 131 ficaram feridas nesta quarta-feira em uma série de atentados em várias regiões da capital do Iraque, Bagdá, informaram à Agência Efe fontes da polícia do país. O ataque mais grave aconteceu na região de Al Tubyi, no noroeste da capital, onde nove pessoas morreram e 25 ficaram feridas na explosão consecutiva de dois carros-bomba. As ações causaram também grandes danos em veículos e edifícios próximos, contaram as fontes. Outras sete pessoas morreram e 23 sofreram ferimentos na explosão de uma bomba em um mercado popular na região de Al Sadria, no centro de Bagdá. Enquanto isso, cinco morreram e dez saíram feridas na explosão de um carro-bomba na zona de Al Kaharamana, também no centro da capital. Outro carro-bomba causou a morte de sete pessoas e ferimentos a 21 na região de Al Shab, no nordeste da capital. Um ato similar deixou cinco mortos e 12 feridos no bairro de Al Azamiya, no norte. No bairro de Al-Amel, ao sudoeste de Bagdá, foi detonado um carro-bomba, que deixou sete pessoas mortas e ferimentos em outras 16. Além disso, cinco pessoas perderam a vida e outras 19 ficaram feridas em outro atentado de carro-bomba em Al-Hurreya, no noroeste de Bagdá. Já em Abu Ghraib, no oeste da capital iraquiana, um civil morreu e outros cinco ficaram feridos pela explosão de um carro-bomba colocado ao lado de uma estrada da região. Um grupo armado assassinou um funcionário do Ministério da Eletricidade quando ele passava pela região de Al Baladiyat, no leste de Bagdá. Em um ataque parecido, um grupo de desconhecidos assassinou o coronel Surur Rashid, responsável da segurança do presidente iraquiano, Jalal Talabani. O bando entrou em sua casa no centro da cidade de Sulaymaniyah, no norte do Iraque, informou em seu site a União Patriótica do Curdistão (UPK), coordenada pelo líder iraquiano. A violência sectária e o terrorismo aumentaram no Iraque com frequentes ataques contra as forças de segurança e a comunidade xiita. No último dia 14, pelo menos, 29 xiitas morreram e outros 60 ficaram feridos em um atentado suicida na província de Diyala, que coincidiu com a comemoração do Dia do Ashura (celebrado pelos muçulmanos xiitas como o dia do martírio de Husayn ibn Ali, neto do profeta Maomé). Segundo os dados da Missão de Assistência das Nações Unidas para o Iraque (Unami) e do governo do país, cerca de mil iraquianos perderam a vida em atos violentos durante o mês passado, um dos meses mais sangrentos dos últimos cinco anos. EFE ah-ms-bds/cdr-rsd

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