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Terras raras devem ser o centro da conversa entre Trump e Xi Jinping nos EUA, diz professor

Pequim confirmou a visita do presidente chinês aos EUA nesta semana; ele deve se reunir com o líder norte americano na quinta-feira (24)

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente chinês Xi Jinping visitará os Estados Unidos para uma reunião com Donald Trump na quinta-feira (24).
  • A visita visa fortalecer a estabilidade estratégica e a cooperação entre os dois países, apesar das divergências em comércio, inteligência artificial e questões internacionais.
  • Terras raras serão o principal tema da conversa, essenciais para o desenvolvimento digital, com 90% do processamento mundial sendo chinês.
  • Discussões anteriores sobre tarifas mostraram a importância das terras raras, com mudanças significativas nas taxas propostas após negociações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Pequim confirmou a visita do presidente chinês, Xi Jinping, aos Estados Unidos nesta semana. Segundo o ministério das Relações Exteriores da China, Xi fará uma visita de Estado de quarta (23) a sexta-feira (25). O líder vai se encontrar com Donald Trump na quinta-feira (24).

Pequim informou que o governo vai trabalhar com os Estados Unidos para “enriquecer a estabilidade estratégica entre os países”, “reforçar o diálogo e a cooperação” e “administrar de maneira adequada as diferenças”. China e Estados Unidos mantêm divergências em áreas como comércio e tarifas, desenvolvimento de inteligência artificial, conflitos no Irã e na Ucrânia, além da questão envolvendo o status de Taiwan.

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Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (21), Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, ressalta que as terras raras devem ser o tópico central da conversa entre Trump e Xi. “Os minerais das terras raras são os que sustentam a imantação de qualquer desenvolvimento digital. Sem terras raras, sem celular. Sem terras raras, sem drones, sem terras raras, não tem chip nenhum”, completa.

Segundo Trevisan, 90% do processamento das terras raras é chinês, o que fez os Estados Unidos diminuírem muito a propensão autoritária. “Em maio, Scott Bessent, que é o secretário do Tesouro americano, foi para Genebra e chegou lá aos gritos de que ia ter uma tarifa de 145%. Quando ele ouviu a delegação chinesa dizer que não ia ter mais terras raras, a tarifa caiu para 30%. É isso que o Xi Jinping vai fazer”, afirma.

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