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Tia de Kim Jong-un mantém status após a execução de seu marido

Internacional|Do R7

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Seul, 15 dez (EFE).- Kim Kyong-hui, tia do líder norte-coreano, Kim Jong-un, integrará o comitê do funeral de um veterano membro do partido único, o que indica que conseguiu manter seu status dentro do regime apesar da execução de seus marido, Jang Song-thaek. Segundo informou neste domingo a agência estatal "KCNA", a influente Kim Kyong-hui será uma das integrantes do comitê organizador dos funeral de Estado de Kim Kuk Thae, membro da direção do Partido dos Trabalhadores, que morreu na sexta-feira aos 89 anos. Além disso, o comitê estará integrado pelo poderoso Kim Yong-nam, presidente da Assembleia Suprema do Povo; o premier Pak Pong-ju, e o vice-premier Ro Tu-chol, que alguns rumores apontavam que também tinha sido também objeto do expurgo. A situação e paradeiro da irmã do pai de Kim Jong-un eram uma incógnita desde que os meios norte-coreanos anunciaram na sexta passada a execução de seu marido, acusado de trair e tentar derrubar o regime, entre outros delitos. No entanto, as imagens divulgadas este fim de semana pelo canal estatal "KCTV" começaram a afastar os temores que a filha do fundador da Coreia do Norte fosse sofrer o mesmo destino que seu marido, considerado mentor do líder Kim Jong-un e "número dois" do regime. Até sua queda em desgraça, Jang ostentava vários cargos no Partido dos Trabalhadores, entre eles o de vice-presidente da poderosa Comissão Nacional de Defesa. Jang era considerado também uma figura-chave no processo de consolidação no poder de seu sobrinho, o "líder supremo", desde a morte de seu pai, o ditador Kim Jong-il, em dezembro de 2011 Jang Song-thaek e a tia do atual líder se conheceram na Universidade Kim Il-sung, a mais prestigiada do país. Embora o fundador e então líder da Coreia do Norte, Kim Il-sung, tenha se oposto em um princípio à relação de Jang com sua filha, finalmente os dois se casaram em 1971 e nas seguintes décadas aconteceu o avanço político de ambos no regime, no qual foram desempenhando postos cada vez mais importantes. EFE aaf-raa/rsd

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