Tribunal do Zimbábue adia julgamento de acusado por morte de leão Cecil
Theo Bronkhorst foi preso acusado de ajudar Walter Palmer a tirar o animal de parque
Internacional|Do R7

Um tribunal do Zimbábue adiou nesta quarta-feira (5) para 28 de setembro o julgamento de um caçador local acusado de não impedir o dentista norte-americano Walter Palmer de matar ilegalmente o leão mais famoso do país, no mês passado.
Theo Bronkhorst foi preso na semana passada e acusado de violar as regras de caça por ter ajudado Palmer a levar Cecil, um raro leão de juba negra, para fora do Parque Nacional Hwange e matar o animal com um arco e flecha, em um caso que causou repúdio internacional.
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Bronkhorst ainda não fez sua defesa no tribunal, mas negou publicamente qualquer irregularidade. Ele compareceu a uma breve audiência em Hwange, onde seu advogado pediu o adiamento. Caso seja condenado, Bronkhorst pode ter que pagar uma multa de 20 mil dólares e pegar até 10 anos de prisão.
O Zimbábue pediu a extradição de Palmer, que voltou para os EUA, para ser julgado por caça ilegal. Em reação ao furor por Cecil, três companhias aéreas norte-americanas proibiram o transporte de troféus de caça como leões, leopardos, elefantes, rinocerontes e búfalos.
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Cecil, o leão mais famoso do Zimbábue, foi morto por um dentista americano chamado Walter Palmer em 6 de julho deste ano. Palmer, que supostamente pagou em tono de R$ 100 mil para conseguir uma licença e entrar no parque, está sendo fortemente critica...
Cecil, o leão mais famoso do Zimbábue, foi morto por um dentista americano chamado Walter Palmer em 6 de julho deste ano. Palmer, que supostamente pagou em tono de R$ 100 mil para conseguir uma licença e entrar no parque, está sendo fortemente criticado na internet e uma ONG chegou a pedir pena de morte, caso ele seja culpado pelo crime






















