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Tribunal egípcio revoga pena de morte de sete condenados por terrorismo

Homens também são acusados de conspirar junto com o movimento da Al Qaeda

Internacional|Do R7

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O Tribunal de Cassação do Cairo anulou neste sábado (13) a pena de morte imposta a sete condenados por assassinatos no norte da província do Sinai e de colaborar com a Al Qaeda, informou uma fonte de segurança à Agência Efe. A ação, conhecida como "o segundo massacre de Rafah", se refere ao assassinato de 25 soldados e policiais da Segurança Central na cidade de Rafah, assim como à tentativa de assassinato de outros em Belbis, perto da fronteira egípcia com Israel, em agosto de 2013.

O juiz responsável pelo caso no Tribunal de Cassação, Mohammed Eid Salem, ordenou também que o julgamento seja repetido no Tribunal Penal do Cairo, que emitiu a sentença cancelada hoje. Em dezembro de 2014, essa corte ratificou a condenação à morte na forca imposta dois meses antes contra os sete acusados, após ter recebido a aprovação, não vinculativa, do mufti Shauqi Alam, máxima autoridade religiosa do país.


Eles também foram condenados por conspirar junto com o movimento terrorista da Al Qaeda contra o Egito, com a que era sua filial no Iraque, o atual grupo jihadista Estado Islâmico (EI). No mesmo caso, o Tribunal de Cassação também anulou as sentenças de prisão perpétua contra três acusados e de 15 anos de prisão contra outros 22, que serão processados novamente. No entanto, manteve a absolvição de outras três pessoas que foram julgadas neste processo.

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Entre os que foram condenados à morte está o jihadista Adel Abdelaziz, apelidado de "Al Habara", descrito como "o cérebro do atentado", que foi capturado em setembro de 2013 na Península do Sinai. O ataque aconteceu semanas depois da cassação militar do então presidente islamita, Mohammed Mursi, em 3 de julho de 2013.

Após o golpe de Estado, os ataques contra membros das Forças Armadas e da polícia aumentaram em todo o país, principalmente na Península do Sinai.

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