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‘Trump desembarca na China em condição desfavorável’, afirma especialista

Líderes devem se reunir nos próximos dias para discutir temas como tarifaço, terras raras, Taiwan e relação bilateral

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A ausência de Xi Jinping na recepção a Donald Trump é um sinal diplomático de tensão.
  • Trump busca resultados comerciais em sua visita, pressionado por insatisfações nos EUA.
  • Principais tópicos de discussão incluem tarifas, Taiwan, terras raras e semicondutores.
  • Reuniões bilaterais visam prorrogar trégua na guerra comercial, influenciada por conflitos globais.

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A ausência de Xi Jinping na recepção a Donald Trump nesta quarta-feira (13) é um sinal diplomático, avalia o professor de relações internacionais Vitelio Brustolin. “O Trump, antes da viagem, diz que seria uma viagem amigável, que o Xi Jinping é um amigo. Mas o Trump desembarca na China numa condição mais desfavorável do que da última vez em que esteve neste país, no primeiro mandato”, diz o especialista em entrevista ao Conexão Record News.

Segundo ele, o aumento do custo de vida e o tarifaço são motivos de grande insatisfação para a população americana, que pressiona o presidente. “O Trump precisa entregar algum resultado dessa visita”, ressalta Brustolin.


Líderes devem se reunir nos próximos dias Evelyn Hockstein/Reuters - 30.12.2025

Antes de embarcar, o republicano afirmou a jornalistas que vai pedir que os chineses “se abram” mais aos negócios do país. Já o Ministério das Relações Exteriores da China disse que o país está disposto a colaborar para ampliar a cooperação e administrar as diferenças.

“Os Estados Unidos pretendem conseguir concessões comerciais agrícolas, aumento das compras chinesas de soja, por exemplo.” Ainda existem outros tópicos que devem ser alvo de discussão, como terras raras, semicondutores, propriedade intelectual e a questão de Taiwan.


O professor destaca a presença dos bilionários Elon Musk e Tim Cook na comitiva de Trump, como representantes dos interesses das big techs, e a comercialização de armas com a ilha ao leste chinês.

Entre os eventos previstos na agenda dos líderes estão almoços e reuniões bilaterais. Uma das principais questões a serem discutidas é a prorrogação da trégua na guerra comercial alcançada em outubro. “Não será um processo simples de resolver, sobretudo por conta da guerra no Irã e ainda por cima a guerra entre Rússia e Ucrânia”, conclui.

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