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Único condenado no mensalão a não se entregar, Pizzolato estaria na Itália

Internacional|Do R7

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Rio de Janeiro, 16 nov (EFE).- Único dos 12 condenados do processo do mensalão que tiveram os mandados de prisão expedidos na sexta-feira que ainda não se apresentou à polícia, o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, está na Itália, afirmou neste sábado à Polícia Federal o advogado do réu, Marthius Sávio Cavalcante Lobato. Em telefonema para o delegado Marcelo Nogueira, Cavalcante disse que, ao chegar à casa do seu cliente, em Copacabana, no Rio de Janeiro, foi informado por familiares que ele havia viajado para o país europeu. De acordo com Nogueira, o réu saiu do Brasil de forma clandestina, uma vez que seu nome estava na lista de procurados impedidos de deixar o país. Pizzolato foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 12 anos e sete meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro. A pena deve ser cumprida em regime fechado, em presídio de segurança média ou máxima. Nove dos 12 condenados no processo do mensalão detidos em São Paulo e Belo Horizonte devem ser transferidos para Brasília ainda neste sábado. Na capital paulista estão o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, e o ex-presidente do PT, José Genoino, que se entregaram na noite de sexta, mesmo dia da expedição do mandado prisão pelo STF. Em Minas Gerais está o publicitário Marcos Valério, junto com seus ex-sócios Cristiano Paz e Ramon Hollerbach, além da ex-gerente da SMPB, Simone Vasconcelos, a ex-presidente do Banco Rural, Kátia Rabello, o ex-diretor da instituição, José Roberto Salgado, e o ex-deputado estadual Romeu Queiroz. Por sua vez, o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, se entregou no fim da manhã deste sábado, em Brasília, segundo o advogado Celso Vilardi. Já o ex-tesoureiro do PL (hoje PR), Jacinto Lamas, que também teve o pedido de prisão expedido, também já estaria no Distrito Federal. Em Brasília, os presos deverão ser levados para um segundo exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal e passar também pela Superintendência da PF. Em seguida, serão encaminhados para o Complexo Penitenciário da Papuda. EFE rsd/rd

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