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Vice-presidente dos EUA encontrará Dilma em sua 4ª viagem à América Latina

Internacional|Do R7

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Washington, 22 mai (EFE).- O vice-presidente dos Estados Unidos, Joseph Biden, se reunirá com a presidente Dilma Rousseff em sua quarta viagem latino-americana, que também incluirá Colômbia e Trinidad e Tobago no marco dos esforços para aumentar a "interação" com a região. Assim explicou sob condição de anonimato, em uma conferência com jornalistas nesta quarta-feira, um funcionário da Casa Branca que antecipou que haverá mais visitas e "mais troca" entre EUA e América Latina ao longo do ano. A viagem de Biden o levará a Brasil, Colômbia e Trinidad e Tobago a partir do próximo domingo e até sexta-feira, 31 de maio, e servirá para tratar com os líderes desses países temas de interesse bilateral e também regional como a situação política "muito tensa" na Venezuela, detalhou a fonte. Biden chegará à Colômbia no domingo e na segunda-feira se reunirá com o presidente Juan Manuel Santos "para reafirmar nossa forte relação com a Colômbia", indicou o funcionário. O vice-presidente também se reunirá com líderes empresariais em coincidência com o primeiro aniversário da entrada em vigor do Tratado de Livre-Comércio (TLC) entre Colômbia e EUA. Da Colômbia Biden viajará a Trinidad e Tobago para se reunir na terça-feira com a primeira-ministra desse país, Kamla Persad-Bissessar, e com outros líderes caribenhos, para dialogar sobre crescimento, energia e segurança cidadã. Já no Brasil, na quarta-feira, o vice-presidente pronunciará um discurso no Rio de Janeiro e depois visitará um centro da Petrobras para abordar o tema da cooperação energética bilateral. Segundo esse funcionário da Casa Branca, no âmbito energético já existe "uma relação muito forte" com o Brasil e os EUA querem aumentar a cooperação comercial, assim como facilitar ainda mais o tráfego aéreo nas duas direções. "Apreciamos as aspirações do Brasil" de fazer parte do Conselho de Segurança da ONU, garantiu a fonte. Do Rio Biden viajará a Brasília para se reunir com Dilma em um momento no qual "os dois governos acreditam que se pode fazer muito mais para melhorar a relação comercial", acrescentou o funcionário. EFE mb/rsd

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