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Empresário que pilotava moto aquática e matou três pessoas em acidente não poderia navegar à noite

A sobrinha dele trabalha no Instituto Médico Legal e emitiu os atestados de óbito indicando afogamento e asfixia como as causas das mortes

JR na TV|Do R7

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O empresário que pilotava uma moto aquática no Amazonas, e matou três pessoas em um acidente, não poderia navegar à noite, segundo regras da Marinha. A sobrinha dele trabalha no Instituto Médico Legal, que emitiu os atestados de óbito indicando afogamento e asfixia como as causas das mortes.  

Sanmya Tiradentes Leite é diretora do Departamento de Polícia Técnico-Científica do Amazonas e sobrinha de Robson Tiradentes. O empresário pilotava uma moto aquática e bateu em um pequeno barco com quatro pessoas no último sábado (20), no Rio Negro.  

Um bebê de sete meses, a mãe dele e o piloto morreram no acidente. Os atestados de óbito das vítimas, emitidos pelo IML, apontaram asfixia mecânica e afogamento como causas das mortes. Robson Tiradentes, que estava na moto aquática, sobreviveu ao acidente e segue internado. As condições do tempo, de iluminação e da água são essenciais para se pilotar uma moto aquática.  

Além de analisar esses fatores, o condutor tem que seguir as normas estabelecidas pela Marinha do Brasil. Uma das principais regras foi descumprida no acidente ocorrido no Amazonas. Segundo a Marinha, só é permitido pilotar uma moto aquática entre o nascer e o pôr do sol. No caso da colisão no Rio Negro, Robson Tiradentes viajava à noite, o que é proibido. A Marinha e a Polícia Civil investigam o acidente. A moto aquática e a lancha já passaram por perícia. 


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