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Mobilização de coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas começa em todo o Brasil

A coleta é simples, por meio da saliva, e pode ser feita por parentes de primeiro grau, como pai, mãe, filhos ou irmãos, mediante apresentação do B.O.

JR na TV|Do R7

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Quem tem um parente desaparecido vive um drama sem fim. Nesta semana, postos em todo o Brasil recolhem de forma gratuita o DNA de familiares dessas pessoas. 

A coleta é simples, por meio da saliva, e pode ser feita por parentes de primeiro grau, como pai, mãe, filhos ou irmãos, mediante apresentação do boletim de ocorrência. O DNA é incluído no banco de buscas. O Ministério da Justiça disponibilizou 342 locais de coleta em todo o país. 

O filho de Dona Bete está desaparecido há 12 anos. Gutemberg tinha 29 anos quando saiu de casa, no Distrito Federal, e não voltou. "Se ele estiver vivo, vai achar ele. Se Deus o livre ele estiver morto, vai achar ele também. Eu quero saber onde ele tá, com quem ele está, como ele tá. Eu quero só ter notícia." 

Atualmente, há 14.139 amostras de DNA de desaparecidos em bancos públicos esperando identificação. Desde o início do programa, em 2021, 815 amostras foram identificadas. Neste ano, 51.234 pessoas desapareceram no país, segundo registros policiais, mas o Ministério da Justiça aponta subnotificação. 


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