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Polícia apura atuação de seguranças que presenciaram agressão de empresário contra dentista em SP

Policiais de uma delegacia apuram a responsabilidade dos seguranças particulares que presenciaram a agressão e não impediram a violência contra Giulia

JR na TV|Do R7

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Uma dentista foi atacada com um taco de beisebol por um empresário de São Paulo. A Polícia Civil investiga a atuação de dois seguranças que presenciaram as agressões sem fazer nada. No caso deles, isso também é crime. Sentada na calçada, a dentista Giulia Falcão tentava se proteger das agressões do marido, Ivo Kos.  

O empresário tenta levantar a mulher à força, dá chutes e socos e a obriga a entrar em casa. O homem que aparece para ajudar Ivo é, segundo a investigação, um segurança particular. A Justiça tornou Ivo Kos réu por lesão corporal e ameaça. A prisão preventiva foi mantida a pedido do Ministério Público. Policiais de uma delegacia apuram a responsabilidade dos seguranças particulares que presenciaram a agressão e não impediram a violência contra Giulia.  

Impedir situações de violência é, geralmente, cláusula prevista em contrato. Por isso, os seguranças podem ser responsabilizados por omissão. Para um cidadão comum, é um pouco diferente. Ao presenciar uma cena de violência, uma pessoa não tem a obrigação de se colocar em risco. Por decisão da Justiça, a dentista recebeu a permissão para voltar para casa. A família do empresário havia trocado a fechadura da mansão. O advogado de Ivo Kos renunciou à defesa do empresário. Já os advogados de Giulia Falcão classificaram a investigação dos seguranças como muito positiva. 

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