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Abrigo envolvido em disputa de guarda de menina é investigado por maus tratos e tráfico de crianças

Lar Efatá, em Contagem, foi denunciado por avó de três crianças e pai adotivo de garota

Minas Gerais|Márcia Costanti, do R7

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Menina que foi devolvida aos pais biológicos foi abrigada pelo Lar
Menina que foi devolvida aos pais biológicos foi abrigada pelo Lar

O Lar Efatá, localizado em Contagem, na Grande BH, está sendo investigado por suspeita de tráfico de crianças e maus tratos. As informações foram confirmadas pela Polícia Civil, que informou que o delegado responsável pelo caso, Pedro Henrique Batista Vieira, está apurando as denúncias.

Recentemente, o abrigo se envolveu na polêmica da disputa de guarda de uma menina de quatro anos que foi devolvido aos pais biológicos. O pai adotivo da criança, Válbio Silva, afirmou que a diretora do local prejudicou o processo pois queria adotar a menor.


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As apurações começaram depois que uma mulher alegou ter descoberto que seus três netos haviam sido adotados provisoriamente por uma família de Goiás enquanto ela tentava reaver a guarda das crianças. Através do Facebook, no entanto, os responsáveis pelo Lar negam os fatos e ressaltam que apenas um dos menores estavam abrigados no local. De acordo com a publicação feita no perfil da instituição na rede social, há documentos que provam a situação. Várias mensagens de apoio foram postadas no perfil do abrigo.


A advogada que representa o Lar Efatá informou que a instituição está "muito tranquila" com o que está acontecendo e que "não existe nenhum tipo de conluio, venda ou tráfico de crianças" na instituição.

— Trabalhamos dentro da lei e repugnamos qualquer tipo de indício de crime desta ordem, não acatamos qualquer tipo de sugestão neste sentido.


Ainda sobre a denúncia feita pela avó das crianças, Margarete reforçou que apenas um dos menores esteve abrigado no Lar, um bebê de dez meses. Ela explica que o vídeo levado à público pela mulher dentro da instituição foi feito durante uma visita dos irmãos da criança, que estavam em outro abrigo da região. A advogada quer ainda que sejam apuradas as circunstâncias que a gravação foi realizada, já que não foi emitida qualquer autorização do abrigo para que as imagens fossem feitos.

— Temos toda a documentação necessária e isso vai ser esclarecido agora com o delegado. Estamos tranquilos.

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