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Câmara marca audiências sobre cassação de Wellington Magalhães

Político é suspeito de quebra de decoro parlamentar; depoimentos estão marcados para o dia 19 de junho em Belo Horizonte

Minas Gerais|Matheus Renato Oliveira*, do R7

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Wellington Magalhães ficou preso por 36 dias
Wellington Magalhães ficou preso por 36 dias

A Câmara Municipal de Belo Horizonte marcou as audiências relacionadas ao processo de cassação do mandato do vereador afastado e ex-presidente da Casa Wellington Magalhães (PSDC). Ele é investigado por quebra de decoro, infração que ocorre quando as ações de um parlamentar afetam a credibilidade do Poder Legislativo. 

De acordo com a Câmara, estão na lista o delegado Fernando Lima, que dirige o inquérito que apura um suposto desvio de dinheiro em que o político estaria envolvido. Além dele, o promotor de justiça Fabrício José da Fonseca, do Grupo Especial do Patrimônio Público do MPMG, e o chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, João Otacílio da Silva Neto e de sua antecessora no cargo, Andrea Vacchiano.


Os depoimentos serão colhidos no dia 19 de junho, a partir das 9h, no Plenário Helvécio Arantes, na Câmara de Belo Horizonte. No dia 26, também a partir das 9h, serão ouvidas as testemunhas de defesa de Magalhães.

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Prisão


Wellington Magalhães ficou preso por 36 dias por envolvimento no esquema de desvio de 30 milhões em contratos irregulares. Essa relação é um dos argumentos do processo de cassação movido contra ele. No dia 29 de maio, o TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) concedeu habeas corpus ajuizado pela defesa e condicionou a liberdade do parlamentar ao uso de tornozeleira eletrônica e entrega de seu passaporte. Ele também não poderá sair de casa após às 22h.

* Estagiário do R7, com supervisão de Pablo Nascimento

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