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Criminosos bem vestidos fazem reféns e tentam arrombar caixas eletrônicos da PUC

Dois porteiros e uma faxineira foram rendidos, amarrados e trancados em banheiro

Minas Gerais|Tabata Martins, do R7

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PUC Minas Praça da Liberdade fica no Edifício Dom Cabral
PUC Minas Praça da Liberdade fica no Edifício Dom Cabral

A polícia está à procura de pelo menos três homens que fizeram reféns e tentaram arrombar caixas eletrônicos instalados no prédio da PUC Minas (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais) da Praça da Liberdade, na região centro-sul de Belo Horizonte.

O crime ocorreu na noite desse sábado (15), quando dois porteiros e uma faxineira da instituição de ensino foram rendidos, amarrados e trancados em banheiro. Toda a ação durou cerca de três horas e, conforme relatos das vítimas, os criminosos estavam bem vestidos e com os rostos cobertos por capuzes.


De acordo com o relatos de um dos porteiros para a Polícia Militar, ele foi rendido por dois bandidos por volta das 18h. A dupla, usando terno e armada com pistola semiautomática e revólver calibre 38, ainda subiu ao sexto andar do edifício, onde abordou a fazineira. Em seguida, os bandidos amarraram o casal com presilhas de lacre e o deixou em escada. Mas, após passar uma hora, o outro porteiro chegou à universidade para trabalhar, quando também foi rendido e as três vítimas levadas para a garagem do prédio e trancadas em banheiro. Na sequência, os dois homens pegaram o controle do portão, o abriram e permitiram que um terceiro criminoso entrassse no local em um carro prata. Em poucos minutos, a dupla retirou dois maçaricos do veículo e, na companhia do comparsa, foi até o quarto e quinto andares, onde tentaram violar os cofres de caixas eletrônicos dos bancos Santander e Itaú, mas não conseguiram.

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Ainda conforme as vítimas, elas aproveitaram o momento em que o trio deixou elas sozinhas para arrombarem a porta do banheiro, fugirem e acionarem a polícia. Entretanto, ao chegar à PUC, os criminosos já haviam fugido. Nenhum funcionário foi ferido e eles ainda informaram que, durante todo o crime, os suspeitos falaram ao celular com possíveis comparsas.

O caso será investigado pela Polícia Civil e imagens de câmeras de segurança da universidadee, prédios vizinhos e do "Olho Vivo" da Praça da Liberdade irão ajudar nos trabalhos.

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