Minas Gerais Governo de Minas garante salário só para segurança pública e saúde

Governo de Minas garante salário só para segurança pública e saúde

Pagamento a essas duas categorias será feito no dia 15 de junho; demais servidores e outros Poderes devem esperar renda extra para receber

Segundo Simões, prioridade é combate à covid-19

Segundo Simões, prioridade é combate à covid-19

Divulgação/CMBH/Karoline Barreto

Servidores das áreas da saúde e da segurança pública terão os seus salários do mês de maio depositados no dia 15 de junho, conforme anunciou nesta segunda-feira (1º) o secretário-geral da Governadoria, Mateus Simões (Novo).

Já os demais funcionários públicos estaduais devem esperar que alguma receita extra entre nos cofres do Estado para que possam receber seus salários. 

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De acordo com Simões, o pagamento desses servidores públicos é a prioridade número três para a gestão de Romeu Zema (Novo). A primeira, é o enfrentamento ao coronavírus. A segunda, o pagamento dos funcionários da saúde e da segurança e, depois, a dos demais servidores.

Conforme o secretário-geral, a prioridade número quatro, depois do pagamento do funcionalismo, é o repasse constitucional aos Poderes Legislativo e Judiciário

Para pagar os servidores de outras categorias e fazer o repasse aos outros Poderes, será necessário, na previsão de Mateus Simões, mais R$ 1 bilhão. É possível que cerca de R$ 750 milhões sejam repassados pelo governo federal, devido à aprovação do projeto que vai destinar R$ 60 bilhões a Estados e municípios. Minas deve receber R$ 3 bilhões, em quatro parcelas. No entanto, mesmo assim, ainda faltaria cerca de R$ 200 milhões para fechar o mês.

Ainda conforme Mateus Simões, o impacto da pandemia de covid-19 na arrecadação do Estado anulou o que foi arrecadado a mais no primeiro trimestre do ano e ainda deve ficar "R$ 3 bilhões abaixo do previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias  aprovada no ano passado”.

Ajuste

Segundo o secretário-geral da Governadoria, o Estado já contingenciou 49% do custeio total e que a situação fiscal e financeira do Estado exigirá sacrifícios, incluindo de outros Poderes. 

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