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Governo de Minas suspende racionamento de água nos presídios

Decisão foi anunciada no domingo (1º) e suspensa dois dias depois de ter sido suspensa pela Justiça em Contagem, na Grande BH

Minas Gerais|Lucas Pavanelli, do R7

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Governo de Minas suspendeu racionamento de água nos presídios
Governo de Minas suspendeu racionamento de água nos presídios

A Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) decidiu suspender a decisão de racionar a água nas 197 penitenciárias de Minas Gerais. A decisão foi tomada quatro dias depois de ter sido adotada e dois dias depois de a Justiça ter suspendido a determinação nos presídios de Contagem. 

Na última terça-feira, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) pediu esclarecimentos ao Governo de Minas sobre a medida. 


Em nota, a Sejusp diz que o objetivo do trabalho da atual gestão "continua sendo o de otimizar o uso do recurso hídrico em todas as unidades para evitar o desperdício, sem prejudicar as atividades de custódia e ressocialização, respeitando sempre a dignidade e as necessidades de higiene e consumo dos custodiados. Esclarece, ainda, que trabalha para sanar eventuais problemas relativos às estruturas hidráulicas que apresentam danos".

A decisão do Governo de Minas de racionar água nos presídios foi justificada pelo governador Romeu Zema e a Sejusp pela necessidade da economia de recursos.


A pasta se baseou em um dado que mostra que o gasto média de água nas unidades prosionais por preso superam em 88,7% a média brasileira. Segundo o Governo de Minas, o custo com água nas penitenciárias do Estado no mês de junho deste ano foi de R$ 7,7 milhões.

Embora a situação já esteja em vigor desde o último domingo, as unidades prisionais teriam 60 dias para se adequar às novas regras, que incluem a limitação do fornecimento de água a seis horas diárias, divididas em três períodos.

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