Homem é executado com mais de 14 tiros em praça de Ravena, na Grande BH
Vítima estava com a namorada em uma loja de açaí quando foi surpreendida por atirador em uma moto
Minas Gerais|Leandro Wagner, Pablo Nascimento da RECORD Minas e Cler Santos, do R7
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Um homem de 50 anos foi assassinado a tiros no início da noite deste domingo (17), na praça principal de Ravena, distrito de Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O crime aconteceu por volta das 18h04, na Praça Nossa Senhora da Assunção.
Segundo a Polícia Militar, Erasmo Francisco da Cruz estava com a namorada em uma loja de açaí e, ao atravessar a rua em direção ao carro, foi surpreendido pelo criminoso, que estava sozinho em uma motocicleta de alta cilindrada.
Ainda conforme a PM, entre 15 e 16 disparos foram efetuados, sendo que 14 atingiram Erasmo. O carro da vítima também ficou marcado pelos tiros. Muitas cápsulas foram encontradas espalhadas ao lado do veículo.
Imagens de câmeras de segurança não mostram o atirador, mas registraram o som dos disparos e o desespero de pessoas que estavam próximas ao local. Uma funcionária de um comércio aparece correndo assustada logo após os tiros.
Policiais do 61º Batalhão estavam próximos ao local, fazendo o patrulhamento de um evento no parque de exposições da cidade, e chegaram rapidamente após serem acionados. No entanto, a vítima já estava sem vida quando as equipes chegaram à praça.
Durante os levantamentos iniciais, alguns detalhes da vida da vítima chamaram a atenção dos militares e passaram a integrar a linha de investigação. Segundo a PM, Erasmo havia sido condenado a mais de 60 anos de prisão pelo estupro de duas sobrinhas. Ele começou a cumprir pena em dezembro do ano passado, mas havia deixado a prisão há cerca de um mês após conseguir um habeas corpus.
Além disso, uma disputa familiar envolvendo um terreno também entrou no radar da polícia. De acordo com os militares, havia um conflito entre Erasmo e um irmão relacionado à divisão de uma propriedade da família.
O irmão da vítima, pai das crianças envolvidas no processo criminal e citado na disputa pelo terreno, foi a primeira pessoa ouvida pelos policiais. Segundo a PM, ele colaborou com a ocorrência, permitiu a entrada das equipes na residência, mas nenhum elemento suficiente para uma prisão foi encontrado.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia da Polícia Civil. O autor do crime ainda não foi identificado, e o caso segue em investigação.
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