Homem é preso após executar vigilante com quatro tiros no Triângulo Mineiro
Suspeito foi preso horas após o crime e confessou que execução foi premeditada
Minas Gerais|Do R7

Um homem foi preso após executar um vigilante dentro de uma lanchonete em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Wilian César de Oliveira, de 36 anos, foi preso poucas horas após executar o vigilante Adriano Dos Santos Ribeiro, de 28 anos. O crime teria sido motivado por vingança, uma vez que a vítima teria impedido um assalto do criminoso em 2014 e espancado o homem.
De acordo com o Capitão da Polícia Militar, Alan Gelison do Couto, a polícia chegou atésuspeito através de uma rede de informações que o ligava ao vigilante, durante uma tentativa de roubo a um hipermercado em 2014.
— A partir daí, a gente pegou os dados desse autor e verificou que ele tinha passagem por roubo tentado.
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Oliveira foi preso em casa, poucas horas após o crime. O circuito de segurança do local flagraram o crime. Ribeiro aparece sentado, pouco mais de nove da manhã, conversando tranquilamente quando é baleado diversas vezes e cai. De outro ângulo é possível ver o suspeito que chega de capacete e atira contra a vítima.
O detido contou à polícia que executou o segurança por vingança, já que em 2014 teria apanhado da vítima quando tentava assaltar um supermercado. Ele teria tentado roubar dois quilos de carne, desodorantes e cremes corporais, mas foi impedido por Ribeiro.
— Eu estava passando dificuldade na época e o segurança lá me parou e mandou devolver as coisas. Eu sai correndo, mas ele me pegou, quebrou meu dente, ralou meus braços, cortou minha boca. Me bateu bastante.
O suspeito ainda disse que comprou a arma em uma favela e deu todos os detalhes de como planejou o crime à polícia.
— Eu sai do serviço, fui na minha casa e levei minha filha para a escola. Voltei, tomei café e fui fazer um jogo na lotérica. Eu vi ele lá e foi quando aconteceu.
Ribeiro foi atingido por quatro tiros e foi socorrido pela polícia para o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia, mas não resistiu. Com Oliveira, a polícia apreendeu a arma de uso restrito das Forças Armadas, com a numeração raspada.















