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Imóveis vizinhos ao viaduto que caiu em BH vão passar por vistorias "cautelares"

Empresa especializada foi contratada pela construtora responsável pela obra

Minas Gerais|Márcia Costanti,do R7

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Ainda não há previsão para liberação da av. Pedro 1º
Ainda não há previsão para liberação da av. Pedro 1º

Os imóveis vizinhos ao viaduto Guararapes, que desabou no último dia 3 de julho, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, vão passar por nova vistoria. A informação foi confirmada nesta terça-feira (15), em entrevista coletiva da Comdec (Coordenadoria Municipal da Defesa Civil).

Segundo o órgão, uma empresa especializada foi contratada pela Cowan, construtora responsável pela obra, para executar os trabalhos nos apartamentos dos condomínios que circundam a região do acidente.


Ainda conforme a Comdec, o procedimento é considerado "padrão" e deve ter início ainda nesta semana, depois que todas as providências administrativas forem tomadas.

Sem risco


A Comdec garantiu ainda que "não existem indícios de problemas" em outros viadutos da capital mineira. A declaração foi feita pelo assessor da corporação, Roger Vítor. Segundo ele, o monitoramento em cinco elevados da av. Pedro 1º está sendo realizado para "trazer tranquilidade à população".

Segundo a PBH (Prefeitura de Belo Horizonte), serão vistoriados os viadutos A, B, Monte Castelo e João Samaha, que estão com tráfego liberado, além do Montese, que teve uma dilatação de quase 30 centímetros e está interditado.


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Em nota, a prefeitura afirmou que os exames "têm como objetivo fazer aferições nos próximos 30 dias nas estruturas desses viadutos, para promover comparações que permitam verificar se ocorreu qualquer variação de posição desses viadutos após o acidente do Guararapes".O trabalho é executado por engenheiros civis, arquitetos e topógrafos, e tem o acompanhamento da Comdec. Além disso, uma consultoria independente também será contratada pela Sudecap (Superintendência de Desenvolvimento da Capital).

A assessoria da Defesa Civil esclareceu ainda que o trabalho de demolição do "tabuleiro", que é a parte de cima do pilar central, já está sendo feito. A medida é fundamental para que a perícia da Polícia Civil consiga avaliar o local, apontado como uma das possíveis causas da queda. De acordo com a Comdec, o procedimento está sendo considerado "prioridade".

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