Mãe que matou filho e escondeu corpo em sofá é condenada a 22 anos de prisão
Mulher teria se irritado porque a criança estaria brincando com seu celular
Minas Gerais|Do R7

Terminou na madrugada desta quinta-feira (10) o julgamento de Marília Cristiane Gomes, de 20 anos. Ela foi condenada a 22 anos de prisão após confessar que matou o filho de dois anos e escondeu o corpo da criança dentro de um sofá em julho do ano passado em Ibirité, na região metropolitana de Belo Horizonte.
O julgamento de Marília teve início na manhã de quarta-feira (9) no plenário da Câmara Municipal da cidade e foi presidido pela juíza Daniela Cunha Pereira. No total, 11 testemunhas foram arroladas no processo, mas somente oito foram ouvidas já que que três delas, sendo duas de acusação e uma de defesa, foram dispensadas.
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A ré foi condenada pelos crimes de homicídio com dolo eventual, ou seja, quando não há intenção, e ocultação de cadáver e deve cumprir pena no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, em Belo Horizonte, onde está presa desde 29 de julho do ano passado.
Relembre o caso
Na época do crime, Marília Cristina disse ter se irritado com Kevin Gomes Sobral porque o garoto estaria brincando com seu celular. Ela então teria pegado a criança e atirado-a contra a parede. Em seguida, o menino teria ficado desacordado e ela resolveu esconder o corpo dentro de um sofá na casa dos tios, que estariam viajando.
Aos familiares, Marília contou que a criança brincava na entrada de casa enquanto ela lavava roupas quando teria desaparecido. Ela chegou a registrar um Boletim de Ocorrência junto a PM (Polícia Militar) e procurou a Record Minas para denunciar o desaparecimento do menino.
O corpo de Kevin só foi encontrado quando os tios da criança retornaram de férias e sentiram um forte odor dentro da casa. O corpo do menino já estaria em decomposição e foi encontrado dentro do sofá e ao lado de uma grande poça de sangue.
Após exames periciais, a Polícia Civil constatou que a criança morreu em decorrência de um traumatismo craniano. Marília foi presa alguns dias depois ao entrar em contradição durante depoimento junto ao delegado responsável pelas investigações e acabou confessando o assassinato.















