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Morto em confronto com a polícia não participou de tortura a PMs

Polícia Civil concluiu parte da investigação do caso e indicou qual foi a participação de cada um dos cinco suspeitos do ataque ao casal de militares

Minas Gerais|Marina Avelar *, do R7, com Gisele Ramos, da Record TV Minas

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Polícia espera melhora no estado de saúde das vítimas
Polícia espera melhora no estado de saúde das vítimas

Um dos homens mortos em um confronto com a polícia após o ataque a um casal de militares na Grande BH não participou da ação de tortura aos agentes da PM (Polícia Militar).

A informação faz parte das conclusões da primeira parte da investigação feita pela Polícia Civil sobre o caso.


De acordo com Marcus Vinicius Vieira, delegado da Polícia Civil, a participação de cada um dos suspeitos foi identificada.

— Em razão dos interrogatórios feitos pela Polícia Civil de Minas Gerais, todos os autores presos já confessaram a autoria delitiva e a partir desses interrogatórios que nós conseguimos delimitar a função de cada um na empreitada criminosa praticada contra os militares.


As primeiras informações confirmavam a participação de seis suspeitos no caso. Três foram presos e outros três morreram após confronto com a polícia, mas o delegado esclareceu que um dos mortos no confronto não teve participação no ataque contra os militares, embora fosse parte do grupo criminoso.

— Ele era da quadrilha tanto é que estava junto com os outros dois que participaram da ação delituosa contra os militares.


Segundo o coronel Eduardo Alves da Polícia Militar, os suspeitos foram baleados após atacarem os militares que estavam no local.

— Vale resaltar que os dois agentes se entregararam sem nenhum tipo de reação foram presos conforme determina a lei. Os suspeitos que estavam armados e resolveram revidar a ação. Com base na lei, os policias militares revidaram. O socorro foi feito de imediato.


O próximo passo das investigações é reunir as provas periciais que devem ficar prontas em até 30 dias. Ainda segundo o delegado, a polícia aguarda uma melhora no estado de saúde das vítimas para ouvi-las e finalizar as investigações.

— A Polícia Civil trabalha com latrocínio tentado conjugado com organização ou associação criminosa. Isso tudo depende do estado de saúde das vítimas e nós acreditamos que tudo dará certo e elas ainda poderão prestar seus esclarecimentos e nós poderemos definir com calma e clareza o indiciamento no final.

As vítimas seguem internadas no hospital João 23, na região Central de Belo Horizonte. O coronel está acordado e consciente. O estado de saúde da cabo Raiana é de muita atenção e ela deve acordar assim que o efeito da sedação passar.

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*Estagiária do R7, sob supervisão de Pablo Nascimento

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