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Poder público reduz para três anos o prazo para fim do lançamento de esgoto na Lagoa da Pampulha

Nova data para conclusão do projeto foi acordada durante reunião entre o prefeito de BH e governador de Minas Gerais

Minas Gerais|Do R7

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Limpeza da Lagoa da Pampulha é demanda antiga
Limpeza da Lagoa da Pampulha é demanda antiga

O prazo para o fim do lançamento de esgoto na Lagoa da Pampulha, cartão-postal de Belo Horizonte, foi reduzido de cinco para três anos.

A definição foi feita nesta terça-feira (18) durante reunião entre o prefeito Fuad Noman e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).


"As intervenções incluem expansão da rede de esgoto, proteção dos cursos d´água no entorno e da fauna e melhoria das condições sanitárias", detalhou a prefeitura em comunicado.

Segundo o Executivo Municipal, a Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) informou que já realizou 25% das obras previstas. “O objetivo nosso é retirar 100% do esgoto in natura da Lagoa da Pampulha e, com isso, ter um padrão de uso muito mais adequado. E a Copasa está trabalhando nisso, fiquei muito feliz com a resposta”, declarou Noman.


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Histórico

A limpeza da Lagoa da Pampulha, que um dia já foi palco de atividades esportivas aquáticas, é uma demanda da população que se arrasta há décadas.


A Justiça Federal homologou, em março deste ano, um acordo entre as prefeitura de Belo Horizonte e Contagem, na Grande BH, e a Copasa para que a estatal acabe com o lançamento irregular de esgoto na lagoa. Caberá à Companhia investir quase R$150 milhões para obras e adequações em quase 10 mil imóveis. Na oportunidade, ficou definido o prazo de cinco anos para a limpeza.

Nos últimos seis meses, uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara de BH investigou contratos da prefeitura de BH com empresas convocadas para limpar o espelho d'água. A investigação foi concluída na última semana sem um consenso dos vereadores sobre eventuais indiciamentos.

Em novembro de 2022, o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) recomendou que a Prefeitura de Belo Horizonte suspendesse o pregão que escolheu a empresa responsável por obras de desassoreamento na lagoa da Pampulha, cartão-postal da cidade. O órgão alegou que houve irregularidades na licitação.

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