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Polícia indicia duas pessoas por morte de criança em toboágua

Inquérito diz que gerente do parque aquático de GO e engenheiro responsável por obra no local tiveram responsabilidade por queda

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7, com Record TV Minas

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A Polícia Civil de Goiás indiciou, nesta quarta-feira (16), duas pessoas por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, devido à morte do menino de 8 anos que caiu de um toboágua na cidade de Caldas Novas, no último dia 13 de fevereiro. Os indiciados são o gerente-geral do parque aquático e o engenheiro responsável pela obra no brinquedo, que estava fechado para manutenção.

Davi Lucas passava as férias com a família em Goiás
Davi Lucas passava as férias com a família em Goiás

O relatório da investigação apontou que os profissionais “agiram com imperícia, negligência e imprudência, violando o dever objetivo de cuidado a todos imposto e dando causa ao evento fatal”. O inquérito acrescentou o agravante de “ inobservância de regra técnica de profissão” para o engenheiro.


Agora, caberá ao Ministério Público decidir se vai oferecer denúncia judicial contra os dois indiciados. A reportagem tenta contato com os profissionais e com o diRoma Acqua Park.

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O caso


Davi Lucas era natural da cidade mineira de Conselheiro Lafaiete, a 100 km de Belo Horizonte. Ele estava com a família em Goiás para uma viagem de férias. O garoto subiu no brinquedo que estava desativado para reforma, quando caiu de uma altura de 15 metros.

A família de Davi relatou que não havia tapumes fechando o local. Segundo os parentes, a interdição era feita com faixas zebradas. Na época, a direção do parque aquático alegou que o fechamento era correto.

Relembre detalhes do caso:

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