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Primos são presos após um atirar e matar jovem que disse não ter medo de arma no bairro Caiçara

Crime ocorreu depois que vítima usou drogas na companhia do atirador

Minas Gerais|Tabata Martins, do R7

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Vítima foi socorrida por um vizinho mas não resistiu ao ferimento
Vítima foi socorrida por um vizinho mas não resistiu ao ferimento

Dois primos foram presos depois de um deles atirar e matar uma mulher na madrugada desta quinta-feira (17), no bairro Caiçara, na região noroeste de Belo Horizonte. Camila Aparecida de Souza, de 23 anos, foi atingida na região do tórax, após dizer para o atirador, Robson Leite Guimarães, de 20, que não tinha medo de arma.

De acordo com os militares do 34º Batalhão da Polícia Militar, o primo de Robson, Igor de Souza Praga Guimarães, de 24 anos, relatou que o crime ocorreu depois que a vítima, atirador, ele e uma adolescente de 16 anos fizeram uso de drogas.


Camila foi socorrida por um vizinho de Robson e levada às pressas ao Hospital Municipal Odilon Behrens. No entanto, a jovem não resistiu ao grave ferimento sofrido e morreu na unida de saúde.

O atirador e o primo foram detidos no hospital, após Igor ter alterado a cena do crime a pedido de Robson, escondido a arma em lote vago e ainda tentado enganar os policiais. Porém, a garota que testemunhou o ocorrido também foi ouvida pelos militares e contou o que realmente teria acontecido.


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Segundo relatos da adolescente, Camila foi baleada após Robson sacar um revólver e começar a exibi-lo para as três pessoas que estavam na sua casa. A jovem baleada teria tido a ele que não se sentia amedrontada, quando ele apontou a arma para ela e acionou o gatilho.


Assustado ao ver Camila ferida, os primos pediram socorro para o vizinho e alegaram que uma quarta pessoa teria baleado a vítima. Porém, a farsa foi descoberta e os parentes encaminhados à Ceflan (Central de Flagrantes), no bairro Floresta, na região leste da capital mineira.

Os primos são naturais de Peçanha, no Vale do Rio Doce, e se mudaram para Belo Horizonte para estudar.

As declarações dadas pelo vizinho de Robson, testemunhas e detidos serão investigadas pela Polícia Civil.

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